Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ O Final

homem e macaco jogando xadrez
Chegamos ao final dum belo desafio
iniciado aqui neste poema ovante
leve igual bem-te-vi, grande como elefante!
Poema de aprendiz que mantém algum brio.

Pedaços pessoais do meu ultravazio
queimando em verso, prosa e soneto ofegante
mas em ternos plurais, poetar meliante
de substantivos vis com teor bem sombrio!

Chegamos ao final do começo gritante
dos termos irreais que eu mesmo balbucio
em textos radicais do vate delirante.

Desde o início ao fim falei num tom bem frio
nem cheguei a viver morri aqui diante
de ti, caro leitor (mantenha-se sadio)!

Gustavo V.S Ferreira
11/03/2019

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