Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ Órbitas Possessivas

almas flutuando sob a cidade de cabça para baixo
Órbitas morais em fatais caveiras,
errantes e lastimáveis viventes,
caricatas figuras vis, doentes
cruzando a morte e a vida nas fronteiras.

Órbitas fatais, desiguais maneiras
espalham-se por entre as várias mentes;
são almas malévolas, mas cogentes
que nos conduzem às más ribanceiras.

Almas desalmadas e penitentes
perdidas em órbitas decadentes
procurando pessoas altaneiras.

Se encontram humanos convalescentes
as almas sombrias e dirimentes
se apossam em visitas rotineiras.

Gustavo V.S Ferreira
20/02/2019

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