Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ Rutilância Vermelha

ceu avermelhado
Um brilho de sangue
cegou-me à noutinha,
minh'alma sozinha
faleceu exangue.

No céu há uma gangue
sem limite ou linha
que à morte se alinha
nas covas d'um mangue.

E a vida que eu tinha
amor não continha
voou num balangue

Oh morte que é minha
dai-me uma casinha
no passado langue.

Gustavo V.S Ferreira
11/08/2018

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