Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ Ecos Genéticos

sino no topo de uma construção
Ecoam na mente os ecos da morte
e velozmente escancaram meu corpo;
ecos retumbantes dum som mui forte,
profundo estímulo aloanticorpo...

Em choque percorrem a minha pele,
e as células morrem devagarzinho;
O céu vingativo até me repele
e os ecos são mortes num só caminho...

E morro aos poucos a cada eco eterno
que me silencia e rouba meu brilho...
Sóbrio e sozinho em meu pesar interno
sigo o caminho vil como andarilho...

Energia estranha de obscura luz
em minhas entranhas morte introduz.

Gustavo V.S Ferreira
06/11/2018


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