Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ A Escuridão que Sou

Em águas escuras e sombrias
caminho entre almas desconhecidas,
negras, quebradas e distorcidas,
torturadas, amargas e frias...

Persigo nuvens densas, vazias
em noites sacras e entontecidas,
e nas solidões recrudescidas
padeço sem rosto e sem fimbrias...

E as almas tenras e entretecidas
deixam mi'almas entorpecidas
em estatutárias alegrias...

Estas minhas almas coalescidas
agora são luzes homicidas
programando eternas avarias.

Gustavo V.S Ferreira
01/11/2018



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