Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ Cachoeira Venenosa

Cachoeira venenosa:
os meus olhos têm veneno
meu linguajar é ameno
minha morte é gloriosa.

Recito esta quase-prosa
um poema quase-obsceno
complicadamente pleno
na noute silenciosa.

Minha vida é só veneno
meu falecer é sereno
minha queixa é pesarosa...

Mas se meu verso é ameno
sou um poeta pequeno
minha vida é mentirosa.

Gustavo V.S Ferreira
16/08/2018

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