Gustavo Valério

O Poeta Soturno

✑ 31 de Agosto

E no oitavo dia do mês de agosto
encontrei-a chorando, triste e perdida,
desmotivada e também constrangida,
e com lágrimas banhando o seu rosto...

E no trigésimo dia disposto
resolvi curar a sua ferida
prestando-lhe certa atenção devida
amenizando assim o seu desgosto...

Ela, com a alma já descolorida
de mentiras e de amores, despida
pediu-me um fim para o seu mal exposto...

E assim, na hora marcada e preferida
desfiz aquele restinho de vida
no trigésimo primeiro de agosto.

Gustavo V.S Ferreira
01/06/2018

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